quarta-feira, 5 de agosto de 2026

campo magnético da terra Earth's Magnetic Field

 Scientists: Earth's Magnetic Field Is Acting "Weird", We Could Experience A "Shudder"

by Tyler Durden Tue, 05/01/2018 - 22:20

he Earth has a fierce molten core that generates a magnetic field capable of defending our planet against devastating solar winds.  This magnetic field is vital to life on Earth and has weakened by 15 percent over the last 200 years. This protective field acts as a shield against harmful solar radiation and extends thousands of miles into space and its magnetism affects everything from global communication to power grids.

Historically, Earth’s North and South magnetic poles have flipped every 200,000 or 300,000 years. However, the last flip was about 780,000 years ago, meaning our planet is well overdue.  The latest satellite data, from the European Space Agency’s Swarm trio which monitors the Earth’s magnetic field, suggest a pole flip may be imminent.  The satellites allow researchers to study changes building at the Earth’s core, where the magnetic field is generated. Their observations suggest molten iron and nickel are draining the energy out of the Earth’s core near where the magnetic field is generated. While scientists aren’t sure why exactly this happens, they describe it as a “restless activity” that suggests the magnetic field is preparing to flip. –SHTFPlan

An international team of scientific experts compared the current state of Earth’s magnetic field with conditions during the Laschamp event (about 41,400 years ago) and the Mono Lake event (about 34,000 years ago). On both those previous occasions, the Earth’s magnetic field “recovered” without a flip, and the scientists think the same will happen now.

“There has been speculation that we are about to experience a magnetic polar reversal or excursion,” says one of the team, Richard Holme from the University of Liverpool in the UK. 

“However, by studying the two most recent excursion events, we show that neither bear resemblance to current changes in the geomagnetic field and therefore it is probably unlikely that such an event is about to happen. Our research suggests instead that the current weakened field will recover without such an extreme event, and therefore is unlikely to reverse.”

In a new report,  Daniel Baker, who is the director of the Laboratory for Atmospheric and Space Physics at the University of Colorado in Boulder, claims if a magnetic pole reversal happens, it is likely to render some areas of the planet “uninhabitable” by knocking out power grids. Baker’s comments were made in an in-depth Undark report written by Alanna Mitchell, who has a new book about the topic titled “The Spinning Magnet: The Electromagnetic Force that Created the Modern World and Could Destroy It.”

Human beings would survive a pole reversal, but it could cause serious problems with satellite, communications, and power systems. There’s also the possibility it might interfere with the planet’s temperature and climate, but scientists just aren’t sure at the moment what the effects will be because the last full flip was 780,000 years ago, after all.  But trust them when they say we won’t experience the grid failures of a pole reversal any time soon…

litoral são paulo ilha queimada grande

 Queimada Grande: a Ilha das Loiras Misteriosas Fabio Olmos quinta-feira, 1 dezembro 2011 5:23


Ilhas sempre motivaram exploradores, artistas e cientistas em suas aventuras, obras e pesquisas. Todos sabem como as Galápagos, no Equador, inspiraram Darwin no desenvolvimento da teoria da evolução, e que a teoria da biogeografia de ilhas é um marco da biologia da conservação e de estratégias para a conservação da biodiversidade.

Populações isoladas em ilhas tendem a evoluir por caminhos distintos de seus ancestrais, um processo que pode ser literalmente observado diante de nossos olhos. Embora as Galápagos sejam famosas por isso, ilhas muito mais próximas de nós oferecem exemplos tão impressionantes quanto os sabiás-da-praia que deixaram Darwin com a pulga atrás da orelha.

O litoral de São Paulo é pontilhado por diversas ilhas que estavam ligadas ao continente durante as várias glaciações (ou Eras do Gelo, se preferir) do Pleistoceno, quando o nível do mar chegou a até 120 m abaixo do atual. Durante os períodos de aquecimento do clima e degelo, o nível do mar subia e os morros que pontilhavam o que era uma vasta planície costeira tornavam-se ilhas, isolando populações de plantas e animais que ali existiam. O último destes episódios ocorreu a partir de 9 mil anos atrás.

Nestes ambientes particulares muitas espécies desapareceram (mamíferos terrestres estão ausentes de muitas ilhas paulistas) enquanto outras se adaptaram às novas condições. Um destes grupos é o das jararacas, bonitas serpentes peçonhentas com um permanente ar de mau humor combinado com um meio sorriso sarcástico que, no continente, alimentam-se principalmente de roedores.

Isoladas em ilhas onde suas presas preferidas foram incapazes de persistir, populações de jararacas evoluíram como espécies distintas daquelas do continente. Na Ilha de Alcatrazes (São Sebastião afora), por exemplo, a Bothropoides alcatraz tornou-se menor que seus parentes continentais e especializou-se em alimentar-se de lacraias e pequenos lagartos. Esta jararaca de bolso, de comportamento tranquilo, é comumente encontrada junto aos ninhais de aves marinhas onde o guano atrai suas presas.

Mas foi na Ilha da Queimada Grande (a 35 km de Itanhaém) que evoluiu uma das mais notáveis serpentes brasileiras, a loira e simpática Bothropoides insularis ou jararaca-ilhoa, encontrada apenas nesta ilha.

Ali, na ausência de roedores, as jararacas se tornaram predadoras de aves, escalando as árvores e aguardando um passarinho incauto, em geral algum migrante que pousa na ilha em busca de alimento. As principais presas são a guaracava Elaenia chilensis, oriunda do Chile e Argentina e presente apenas no início do ano, o sabiá-una Turdus flavipes e coleirinhas Sporophila caerulescens. As aves são possivelmente atraídas com movimentos da cauda de cor contrastante que imita um verme ou lagarta, e mortas com um veneno cinco vezes mais tóxico para aves que o das jararacas continentais.

Veja que fantástico. Uma população de serpentes originalmente terrestres evolui para aproveitar as ondas de aves migratórias – a principal vinda da Patagônia – que surgem durantes apenas algumas semanas, ou mesmo dias, no ano. A realidade é mais incrível que a ficção.

Por alguma razão as serpentes não parecem capturar espécies residentes, como as abundantes corruíras; a dieta de passarinhos é complementada com algumas rãs, lagartos e lacraias, comida das serpentes jovens e de menor porte, e mesmo outras serpentes.

As ilhoas não são a única espécie endêmica de Queimada Grande. A minúscula perereca Scinax peixotoi também ocorre apenas ali, vivendo no interior das bromélias que acumulam água em seu interior. Aparentemente restrita aos agrupamentos maiores de bromélias, é uma espécie bastante rara. Outras espécies, como as populações locais de alguns lagartos (Mabuya macrorhyncha e Colobodactylus taunay) e anfisbenas (Amphisbaena hogei e Leposternon microcephalus)  aguardam estudos mais detalhados (especialmente genéticos) para definir o quão distintos são das populações do continente.

Desde que ouvi falar nas jararacas-ilhoas e na mítica “ilha das cobras” sempre quis visitar o lugar. Para um nativo do litoral paulista que podia ver a ilha à distância em um dia claro (quem desce para o litoral pela rodovia dos Imigrantes também pode vê-la) esta sempre foi uma daquelas pendências que incomodam.

Finalmente, depois de pedidos e tentativas frustradas e mais de 30 anos de espera (ser um mamífero de vida longa tem suas vantagens), recebi o convite para me juntar a uma expedição promovida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), através da Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE) Ilha Queimada Grande e Queimada Pequena e do Centro de Répteis e Anfíbios, pela organização não-governamental Projeto Dacnis e Instituto Butantan. Como ornitólogo voluntário do grupo, minha missão era obter mais informações sobre a avifauna local.


Queimada Grande fica a cerca de duas horas de barco de Itanhaém. Sem praias e com uma costeira com poucos pontos abrigados, desembarcar sem arranhões e seco é um ato circense, enquanto transportar equipamento e provisões morro acima até a área de acampamento é um bom exercício.

Durante a estadia a equipe encontrou diversas ilhoas. Muitas eram velhas conhecidas que receberam microchips em viagens anteriores, como parte de um estudo de monitoramento da população. Também obtivemos novas informações sobre outros grupos, como as aves e anuros. Nossa estadia foi proveitosa, embora encurtada pela entrada de um forte vento leste que quase nos deixou mais tempo que o planejado na ilha.

As ilhoas são notavelmente abundantes nos 43 hectares da ilha. Em uma visita de apenas 2 dias e meio encontramos 34 exemplares, a grande maioria no solo (elas não são tão Tarzan assim). Mas sua população não é tão grande assim, tendo sido estimada em 2.134 exemplares em 2008, ou 50 serpentes por hectare. Shedao, uma ilha na costa da China, tem 200 Gloydius shedaoensis – outra comedora de passarinhos migratórios – por hectare.

Há indicações de que a população atual sofreu um declínio significativo, e a coleta para o tráfico de animais não deve ser descartada. Pescadores locais reportam a presença regular de “pessoas estranhas” na ilha. Mas também não é impossível que a coleta de cerca de 830 ilhoas pelo Butantan desde a década de 1920 tenha afetado negativamente a demografia da espécie. Restrita a uma pequena ilha e com uma população em declínio, a simpática jararaca-ilhoa é considerada criticamente em perigo de extinção.

Neste paraíso dos ofídios o Homem é a serpente que causa os problemas. Sucessivas excursões por pescadores e outros visitantes, incluindo a construção de um farol pela Marinha no início do século passado, trouxeram espécies invasoras como o capim-gordura e o sapé. Estas se deram bem nas áreas abertas e hoje formam capinzais altamente inflamáveis que ocupam 11,2 ha da ilha (comparados a 24,9 ha de florestas).

Além de alimentarem incêndios periódicos, estes capinzais são um habitat pouco ou nada utilizado pelas espécies endêmicas. Outro aparente invasor, o arranha-gato é uma liana que sufoca as árvores alterando a composição da floresta em detrimento das capororocas Myrsine spp. e outras espécies que atraem as aves das quais as ilhoas dependem. O resultado é uma floresta de menor qualidade para as espécies endêmicas. Isto talvez justifique a grande quantidade de ectoparasitas encontrados nas jararacas e o estado caquético de algumas delas.

Essas invasoras podem ser erradicadas com certa facilidade em uma área pequena e isolada como Queimada Grande com uma combinação de herbicidas e trabalho manual, como é feito em Galápagos (onde invasoras são um problema sério), e árvores nativas como as capororocas e pixiricas Trema micrantha apreciadas por sabiás e guaracavas plantadas no seu lugar.

Sugestões deste tipo causam urticária em alguns gestores ambientais, políticos, promotores e sociedades protetoras de animais (o que explica Fernando de Noronha continuar infestada por teiús e ratos). Mas a restauração de ecossistemas é uma tendência sem volta em um mundo onde o “natural” é cada vez mais difícil de se encontrar, quanto mais de se definir.

O mar ao redor da Queimada Grande é comparativamente rico, recebendo nutrientes das descargas dos estuários de Santos e do rio Itanhaém, o que atrai cardumes de diversas espécies de peixes e seus predadores. Golfinhos-pintados Stenella attenuata são uma visão comum e baleias-de-bryde Balaenoptera edeni caçam cardumes de sardinhas sobre a plataforma continental durante a primavera-verão. Orcas são visitantes regulares.

Em um embarque que fiz em um barco atuneiro, anos atrás, o mestre me contou de  tempos em que pescava tubarões com redes de deriva. A prática era ir à Queimada, arpoar alguns golfinhos e usar sua carne como isca presa às redes para atrair os tubarões. Dizem que isso não ocorre mais. Não tenho certeza.

O litoral central de São Paulo é um berçário para diversos tubarões como os cações-frango Rhizoprionodon lalandii e R. porosus, tubarões-martelo Sphyrna lewini, e galhas-pretas Carcharhinus brevipinna e C. limbatus. Estes são capturados por pescadores artesanais em redes de espera colocadas entre 2 e 12 milhas da costa, atividade que logicamente impacta suas populações, já depauperadas pela pesca de espinhel feita em águas mais profundas.

Todas estes espécies são consideradas “sobrexplotadas” ou “ameaçadas de sobrexplotação” pela Lista da Fauna Ameaçada de Extinção de São Paulo, o que equivale a dizer que estão ameaçadas de extinção. O jargão esconde a postura brasileira de considerar o que vive dentro da água como “recurso”, e não como fauna.

Os parcéis e costeiras são área de alimentação de tartarugas costeiras e mostram corais esparsos e boas populações de peixes recifais incluindo grandes predadores como garoupas Epinephelus morio e as famosas caranhas Lutjanus cyanopterus. A diversidade da vida marinha nos vários parcéis ao redor da ilha atrai mergulhadores que, no Saco das Bananas, visitam os restos do cargueiro Tocantins, um cargueiro de 115 m que naufragou em 1933. Infelizmente esta riqueza também atrai caçadores submarinos (o Youtube tem vários vídeos) que visam espécies com populações consideradas colapsadas no Estado de São Paulo como a caranha. Pesquisadores estimam que seriam necessários 14 anos sem pesca, no mínimo, para que esta espécie recuperasse sua população.


Embora o governo de São Paulo tenha decretado em 2008 uma série de Áreas de Proteção Ambiental marinhas onde a pesca industrial de arrasto (um desastre sob todos os sentidos) é proibida, outras artes de pesca danosas, como redes de espera que matam tartarugas, cetáceos e tubarões, e a caça submarina que dizimou garoupas, meros e outros peixes de toca em todo o litoral sudeste continuam a ocorrer, assim como os arrastos “artesanais” que, embora menos desastrosos que os de parelhas, não deixam de ser uma arte de pesca destrutiva que deveria ser banida.

Queimada Grande, oficialmente, é uma ARIE sob cuidados do ICMBio, com sede em Itanhaém. Pesquisadores há anos propõem que a ilha e o mar ao seu redor receba um status de proteção mais elevado através da criação de um parque nacional marinho, e o processo para tal está entre as preocupações da administração da Unidade de Conservação e seu recém-formado Conselho Consultivo.

Razões para uma proteção mais efetiva não faltam tanto em terra como no mar. A conservação de ambientes marinhos é uma das grandes lacunas no sistema brasileiro de unidades de conservação, com menos de 1% de nossas águas sob proteção. Ao mesmo tempo os estoques de várias espécies de importância comercial estão em declínio por que nosso setor pesqueiro prefere minerar os mares a explorá-lo sustentavelmente.

Há consenso entre quem se preocupa com a sustentabilidade da pesca no Brasil sobre a necessidade de delimitar áreas onde a pesca seja bem mais restrita ou mesmo proibida para que populações de peixes que já se tornaram quase lenda voltem a se recuperar, como lentamente ocorre no Parque Estadual Marinho da Laje de Santos, ao norte da Queimada Grande. É deprimente que o Ministério da Pesca não se inclui neste grupo, opondo-se veementemente à criação de áreas marinhas protegidas.

Reservas marinhas onde há exclusão da pesca são, comprovadamente, um instrumento efetivo para o aumento dos estoques pesqueiros e da produção (elas funcionam como fonte de pescado que é capturado nas áreas ao redor) e deveriam ser vistas como estratégicas pelo setor pesqueiro. Um parque nacional que abrangesse o entorno da Queimada Grande é uma necessidade apontada há muito tempo. Esperamos que o parque seja criado antes que o interesse ecológico da área já não seja mais tão relevante.

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alinhamento astronomia planetas

 BBC

20/07/2016 18h06 - Atualizado em 20/07/2016 18h08

A última oportunidade em 24 anos de ver Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno alinhados

Por algumas semanas, cinco planetas do Sistema Solar poderão ser vistos a olho nu durante o pôr do sol.


Nós já vimos no início deste ano, e veremos agora novamente: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno ficarão alinhados por alguns dias antes de cada um deles tomar o seu caminho no céu.

saiba mais

Nasa anuncia descoberta de 104 exoplanetas por telescópio espacial

Descoberto o 1º exoplaneta do tamanho da Terra em zona habitável

A partir desta semana, e durante mais algumas, os cinco planetas poderão vistos a olho nu durante o pôr do sol - no fim de janeiro e início de fevereiro, eles podiam ser avistados apenas ao amanhecer.

Isso só será possível, segundo David Dickinson, do site de astronomia Universe Today, porque antes tínhamos todos os planetas à nossa frente.

"Agora, os vemos do nosso 'espelho retrovisor' porque Marte, Júpiter e Saturno estão na frente, enquanto Mercúrio e Vênus estão correndo para recuperar o atraso", escreveu Dickinson.

Se você estiver em um espaço aberto sem nuvens, a partir desta quarta-feira poderá ver os cinco planetas vizinhos ao sudoeste da Terra.

Brilho e cor

Para identificar os planetas, preste atenção nas sutis diferenças que você verá no céu. Venus é o mais brilhante de todos, e Júpiter é o próximo na luminosidade. Ambos ainda são visíveis quando o sol está prestes a se esconder.

Marte, por sua vez, é avermelhado e Saturno, amarelado. Ambos brilham com intensidade semelhante.

Encontrar Mercúrio é sempre o maior desafio porque é o menor planeta e pode se esconder facilmente.

O truque do polegar

O astrônomo Jason Kendall, professor adjunto da Universidade William Paterson, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, publicou em seu canal do YouTube um exercício prático para saber se o que você está vendo é um planeta ou uma estrela.



terça-feira, 4 de agosto de 2026

exoplanetas fora do sistema solar

 

Nasa descobre 1.284 novos planetas fora do sistema solar

(2014) Telescópio espacial Kepler
A Nasa anunciou nesta terça-feira a descoberta, pelo telescópio espacial Kepler, de 1.284 novos planetas fora do nosso sistema solar.
"Este anúncio mais do que duplica o número de exoplanetas descobertos pelo telescópio Kepler", indicou Ellen Stofan, cientista-chefe da agência espacial americana.
"Isso nos dá esperança de que em algum lugar lá fora, em torno de uma estrela muito parecida com a nossa, poderemos, eventualmente, descobrir um planeta parecido com a Terra", acrescentou.
O observatório espacial Kepler, que foi lançado em 2009, monitorou 150.000 estrelas em busca de sinais de corpos em órbita, particularmente aqueles que poderiam ser capazes de sustentar a vida.
Este trabalho se faz através da observação de um escurecimento da luz da estrela, conhecido como trânsito, cada vez que um planeta passa orbitando diante dela.
"Dos cerca de 5.000 candidatos a planetas encontrados até agora, mais de 3.200 já foram verificados, e 2.325 deles foram descobertos pelo Kepler", indicou a Nasa em um comunicado.
A nova descoberta inclui cerca de 550 corpos que poderiam ser planetas rochosos como a Terra, com base em seu tamanho, segundo a agência espacial americana.
- Zona habitável -
"Nove destes corpos orbitam zonas habitáveis do seu sol, que é a distância de uma estrela onde podem registrar temperaturas que permitam a existência de água em forma líquida", prosseguiu.
Esses nove exoplanetas se somam a outros já descobertos, de modo que, no total, 21 exoplanetas são conhecidos por orbitarem a zona habitável de suas estrelas e por serem potencialmente capazes de sustentar a vida.
No entanto, cientistas da NASA afirmaram que o Kepler é uma "missão estatística" e que não foi concebido para investigar as condições do ambiente dos planetas existentes nas zonas habitáveis de suas estrelas.
Isso significa que até mesmo os telescópios espaciais mais avançados que estão sendo construídos podem ser incapazes de revelar informações sobre a natureza da vida nesses exoplanetas - caso ela exista.
"É provável que o planeta potencialmente habitável mais próximo esteja a uma distância de 11 anos-luz", disse Natalie Batalha, cientista da missão Kleper no NASA Ames Research Center.
Embora ela descreva essa distância como "astronomicamente falando... muito perto", um ano-luz equivale a cerca de 9,5 trilhões de quilômetros, e não existe nenhuma espaçonave nem tecnologia capaz de viajar tão longe.
O Kepler, no entanto, já revelou muito sobre a galáxia que nos rodeia.
"Antes do telescópio espacial Kepler, não sabíamos se exoplanetas eram comuns ou raros na galáxia. Graças ao Kepler e à comunidade de pesquisadores, agora sabemos que poderiam haver mais planetas do que estrelas", disse Paul Hertz, diretor do departamento de astrofísica da NASA.
"Esse conhecimento vai ajudar as futuras missões que serão necessárias para que fiquemos cada vez mais perto de descobrir se estamos sozinhos no universo", acrescentou.
Os novos planetas foram confirmados por um novo método estatístico, em vez do demorado processo de analisar um por um, que era usado anteriormente.
Esse método de análise estatística pode ser aplicado a muitos candidatos a planetas simultaneamente, de acordo com Timothy Morton, pesquisador da Universidade de Princeton University e principal autor do artigo que descreve as descobertas, publicado no periódico científico The Astrophysical Journal.
- Modo de emergência -
O Kepler sobreviveu a uma emergência no mês passado, quando algum tipo de "evento transitório... provocou uma enxurrada de alarmes falsos que eventualmente sobrecarregaram o sistema", disse a NASA.
Em 2013, o Kepler sofreu outra crise, relacionada a um problema com as rodas de reação, que mantém a nave estável.
Na ocasião, a NASA resolveu o problema e mandou a sonda espacial em uma nova missão chamada K2, para estudar supernovas, aglomerados estelares e galáxias distantes.
A última falha ocorreu no dia 8 de abril, quando a sonda entrou em modo de emergência - estado em que limita suas funções às necessárias para sobreviver. Em 22 de abril, engenheiros na Terra conseguiram resgatar a espaçonave e restaurar sua habilidade para coletar dados.

sexta-feira, 1 de maio de 2026

00sp jureia peruibe itanhaem

 











quinta-feira, 30 de abril de 2026

00sp PETAR cavernas mirante Tememina










 https://archive.org/details/2016-image-cave-yekaterinburg-russia-tememina

terça-feira, 28 de abril de 2026

greenland groenlandia

 https://archive.org/details/tropical-greenland